Estávamos muito bem a jantar, quando de repente a M. dispara: "quero uma mana, um mano ou um animal de estimação!" Perante o nosso espanto, decidiu reforçar: "um bebé ou um animal de estimação, tens de escolher mãe!"
8 Feb 2011
Efeitos colaterais
Os publicitários estavam em depressão antes de o governo ter decidido aumentar o IVA, não? Desde o início do ano não se ouve falar de mais nada na publicidade.
7 Feb 2011
Spóquem! (2)
A linda choradeira vivida em Alvalade na sexta-feira, com o pretexto da saída do Liedson, foi um daqueles sinais de perspicácia do subconsciente que, por vezes, atingem uma multidão (pequena, nestes tempos, mas ainda assim uns milhares de pessoas). Quanto mais depressa fizermos o luto de um Sporting que já só existe na imaginação e memória dos sócios e adeptos, menos duro vai ser cair na real.
Das notícias da manhã
Animado com o Sol, que continua a dar um ar da sua graça. Bem necessário é, perante as notícias da manhã, os números mais o que eles significam. Acho que ouvi que 15.000 idosos vivem sozinhos em Lisboa - em que condições? Um incêndio nas Caldas da Rainha, três mortos, de 10 pessoas que viviam em quartos numas águas-furtadas. Marcelo a declarar o governo morto, de professor a médico-legista da democracia, deve fazer sentido, tudo deve fazer sentido naquela cabeça, supomos. A capa do Público, com os nomes das 43 mulheres assassinadas no ano passado em casos de violência doméstica, vergonha, vergonha, vergonha, mil vezes vergonha por deixarmos que isto se continue a passar aqui, em 2011, ao nosso lado. Não há Sol que nos valha para tudo isto, caramba.
6 Feb 2011
Leituras
"(...) Castigar um adversário político, pô-lo na prisão ou enviá-lo para o Lager é cruel mas racional, sempre se fez; antigamente vendiam-se os prisioneiros como escravos. É uma realidade de sempre, condenável, mas de sempre, encontramo-la mesmo no mundo animal: as formigas fazem razias e escravizam. Mas punir o outro porque ele é outro, na base de uma ideologia abstracta, parecia-me ser o cúmulo da injustiça, da estupidez e da irracionalidade.
Porquê, em que sou eu diferente dos outros? Há aqui uma distinção importante a fazer: os judeus religiosos, os judeus crentes, como todos os crentes, não compreendiam, não sentiam esta injustiça, viam nela um castigo divino, imputavam-na ao Deus imcompreensível, ao Deus desconhecido, que tem poder de vida ou de morte, que segue apenas critérios inacessíveis ao nosso entendimento, porque tudo o que Deus decide tem de ser aceite. Mas, para um laico como eu era e continuo a ser, era a maior iniquidade possível, que nada podia justificar ou explicar."
Primo Levi, O dever de memória, Livros Cotovia, pág. 36
Porquê, em que sou eu diferente dos outros? Há aqui uma distinção importante a fazer: os judeus religiosos, os judeus crentes, como todos os crentes, não compreendiam, não sentiam esta injustiça, viam nela um castigo divino, imputavam-na ao Deus imcompreensível, ao Deus desconhecido, que tem poder de vida ou de morte, que segue apenas critérios inacessíveis ao nosso entendimento, porque tudo o que Deus decide tem de ser aceite. Mas, para um laico como eu era e continuo a ser, era a maior iniquidade possível, que nada podia justificar ou explicar."
Primo Levi, O dever de memória, Livros Cotovia, pág. 36
4 Feb 2011
Spóquem!
Neste momento a Naval ganha 3-2 em Alvalade. Faltam 20 minutos para acabar o jogo. E, aparentemente, quem se vai embora é o Liedson.
Liberdade
Percebo pouco do que se passa no Egipto, claro. Na simplificação que naturalmente faço, pasmo e comovo-me com a espontaneidade de milhões pessoas que exigem a liberdade de escolherem o seu próprio destino, assim, sem mais pontos que ofusquem o fundamental: serem livres, mais livres.
3 Feb 2011
Saudade
É difícil perceber que morreste há mais de 10 anos. Que há 1 década que não ouço a tua voz rouca, que não sinto a tua mão a acariciar-me a cara, como fazias tantas vezes. Já escrevi aqui, faz tempo também, que às vezes tenho a sensação de este ser um sítio onde falo contigo, mãe. Onde vou contando o que se vai passando, como uma prova de vida, da tal vida que continua, como me disseste uns anos antes de morreres, quando foi a vez do pai.
Vou olhando para o espelho e vendo que estou cada vez mais parecido contigo. As mesmas linhas a começarem a desenhar-se na cara, a mesma vontade de continuar, de ser feliz, de "o que tem de ser tem muita força" e "não te preocupes com o que não controlas", como me dizias tantas vezes.
O mais difícil, claro, é ver a M. crescer sem te conhecer, sem te ter na vida dela. Com a noção de que vocês iam ser companheiras, as duas determinadas e com poucos medos, prontas para se divertirem e aprenderem uma com a outra. É pena que não possas ver os teus filhos e netos felizes, pena que o orgulho que sentirias - com todos, mas mesmo todos nós - seja algo apenas projectado por mim, mas que sei real num mundo que fosse um pouco menos cabrão em algumas coisas.
Era isto que te estava para dizer há já uns tempos, mãe. O facto de não o poderes ler não é para aqui chamado, pois não?
Vou olhando para o espelho e vendo que estou cada vez mais parecido contigo. As mesmas linhas a começarem a desenhar-se na cara, a mesma vontade de continuar, de ser feliz, de "o que tem de ser tem muita força" e "não te preocupes com o que não controlas", como me dizias tantas vezes.
O mais difícil, claro, é ver a M. crescer sem te conhecer, sem te ter na vida dela. Com a noção de que vocês iam ser companheiras, as duas determinadas e com poucos medos, prontas para se divertirem e aprenderem uma com a outra. É pena que não possas ver os teus filhos e netos felizes, pena que o orgulho que sentirias - com todos, mas mesmo todos nós - seja algo apenas projectado por mim, mas que sei real num mundo que fosse um pouco menos cabrão em algumas coisas.
Era isto que te estava para dizer há já uns tempos, mãe. O facto de não o poderes ler não é para aqui chamado, pois não?
Não há limites para o contorcionismo
Parece que, finalmente, descobriram ao Estado uma função importantíssima: financiar escolas privadas (isto é, os donos dessas escolas), mesmo que estejam em duplicação com escolas públicas que já existam.
2 Feb 2011
Dou por mim a pensar...
Nestas reuniões com os bancos todos será que Cavaco está à procura de mais um investimento tão rentável como o do BPN?
Intemporal
"In case you're worried about what's going to become of the younger generation, it's going to grow up and start worrying about the younger generation."
Roger Allen
Roger Allen
Efeitos da crise
A crise ajuda a esbater fronteiras. O típico discurso de ataque ao Estado social tem sido uma bela mistura dos defensores da meritocracia ("as pessoas são pobres porque não se esforçam") com os taxistas ("essa malta não quer é trabalhar").
1 Feb 2011
7 Oct 2010
Para teimoso, teimoso e meio
Ao fim de mês e meio a correr o meu joelho direito decidiu começar a manifestar-se. Nas palavras, sempre sábias, do meu avô: "se eu não faço o que quero, porque é que o meu joelho há-de fazer?".
28 Sept 2010
Não se arranja um para cá?
Parece-me que Portugal está mesmo, mesmo a precisar de um Rally to Restore Sanity.
24 Sept 2010
E que tal a Igreja começar a pagar impostos?
Essa é que era uma bela ideia. Bem mais eficaz do que afirmações como esta: igreja quer poder político a dar o exemplo quando pede sacrifícios.
23 Sept 2010
Vício
Sabes que correr se está a tornar um vício quando, por o teu iphone ter morrido, usas o ipod da tua filha e corres 4km ao som dos Morangos com Açúcar.
10 Sept 2010
2 Sept 2010
28 Aug 2010
26 Aug 2010
O preço a pagar
Depois de duas semanas no Algarve com a água do mar a 24 graus, hoje de manhã o esquentador presenteou-me com um banho de água fria. É justo.
21 Aug 2010
19 Aug 2010
16 Aug 2010
14 Aug 2010
11 Aug 2010
25 Jul 2010
24 Jul 2010
23 Jul 2010
Gostava de ver isto para Portugal
Este gráfico reflecte a situação fiscal norte-americana. É o tipo de informação que podia acrescentar um bocadinho de racionalidade à discussão sobre o que é preciso fazer para resolver o problema das contas públicas portuguesas.
22 Jul 2010
20 Jul 2010
Como assim, gratuito?
O conceito de gratuito é pernicioso. Quando vou a um hospital, posso não pagar (ou pagar uma taxa moderadora simbólica), mas os serviços que me são prestados têm um custo. Quando se diz que a saúde é gratuita, estamos implicitamente a passar a ideia de que não tem custos, o que não podia estar mais longe da realidade.
Lembro-me de, na Faculdade, um professor ter lançado a ideia de que fosse dado aos estudantes pelo Estado um cheque que cobrisse a diferença substancial entre o custo anual do aluno e a propina que era efectivamente paga, que teria obrigatoriamente que ser entregue na Secretaria das instituições respectivas. Descontando a burocracia a que isto obrigaria (e os seus custos, já agora), esta medida permitia ao aluno perceber o custo real do seu curso e a comparticipação que estava a ser dada pelo Estado. Não é tanto esta ideia que me interessa. O que me parece relevante é que existem uma série de serviços que o Estado presta de forma gratuita ou nas quais participa de forma significativa e que não reconhecidos de forma clara, nem pela sociedade, nem pelos seus utilizadores.
Estamos, assim, a desvalorizar os serviços prestados pelo Estado, dando lenha à conversa típica de taxista de que o dinheiro dos impostos não serve para nada e que os nossos filhos estão a herdar uma dívida gigantesca - sem ter em conta que o que é financiado pelos nossos impostos tem impacto real e é necessário à vida em sociedade tal como a entendo (a discussão sobre se os recursos são gastos de uma forma eficiente é outra e não cabe aqui).
Não sei quais são as formas de demonstrar aos utilizadores e à sociedade quais os custos dos serviços que são efectivamente prestados. Mas sei que é importante combater a ideia de que o facto de um serviço ser gratuito para o utilizador não implica que não exista uma factura a pagar.
Lembro-me de, na Faculdade, um professor ter lançado a ideia de que fosse dado aos estudantes pelo Estado um cheque que cobrisse a diferença substancial entre o custo anual do aluno e a propina que era efectivamente paga, que teria obrigatoriamente que ser entregue na Secretaria das instituições respectivas. Descontando a burocracia a que isto obrigaria (e os seus custos, já agora), esta medida permitia ao aluno perceber o custo real do seu curso e a comparticipação que estava a ser dada pelo Estado. Não é tanto esta ideia que me interessa. O que me parece relevante é que existem uma série de serviços que o Estado presta de forma gratuita ou nas quais participa de forma significativa e que não reconhecidos de forma clara, nem pela sociedade, nem pelos seus utilizadores.
Estamos, assim, a desvalorizar os serviços prestados pelo Estado, dando lenha à conversa típica de taxista de que o dinheiro dos impostos não serve para nada e que os nossos filhos estão a herdar uma dívida gigantesca - sem ter em conta que o que é financiado pelos nossos impostos tem impacto real e é necessário à vida em sociedade tal como a entendo (a discussão sobre se os recursos são gastos de uma forma eficiente é outra e não cabe aqui).
Não sei quais são as formas de demonstrar aos utilizadores e à sociedade quais os custos dos serviços que são efectivamente prestados. Mas sei que é importante combater a ideia de que o facto de um serviço ser gratuito para o utilizador não implica que não exista uma factura a pagar.
17 Jul 2010
16 Jul 2010
A falta de férias dá nisto
O meu clube devia ser nacionalizado. Não só tem Portugal no nome, como é um exemplo das melhores práticas de gestão visíveis na administração pública.
15 Jul 2010
No entanto, creio que não se estava a referir a Portugal
«I'm living so far beyond my income that we may almost be said to be living apart.»
E. E. Cummings
E. E. Cummings
14 Jul 2010
Dilemas de Pai
Lua vermelha, Morangos Com Açúcar... A minha filha anda a ver se desperta o censor que há em mim.
O tecnocrata arrependido
Sempre que ouço o nosso PR dizer que as pessoas têm de ser sempre a prioridade fico com urticária. Este é o mesmo homem que foi PM durante 10 anos em negação constante e orgulhosa do que agora afirma, não é?
13 Jul 2010
Chill
Depois de alguns anos disto, acho que não se deve dar demasiada atenção aos mercados financeiros. Nem a de terem sempre razão, nem a de não terem importância nenhuma.
12 Jul 2010
Pior a emenda...
Cortar despesa pública é uma tarefa difícil em termos políticos - más notícias nunca são fáceis de dar. No caso da cultura, o montante era tão irrelevante que só se podia estar a querer dar um sinal de que todas as áreas têm de sofrer - até um ministério sempre sub-orçamentado. Agora, este recuo nos cortes, depois de vários protestos do sector, dá o pior sinal possível. Um sinal óbvio de fraqueza, para quem vai precisar de muita coragem política nos próximos tempos.
11 Jul 2010
Idiossincracias do mundial
Só mesmo 10 anos a trabalhar para espanhóis para me pôr a apoiar laranjas.
9 Jul 2010
Get a life, please
Anda para aí uma conversa sobre o Cristiano Ronaldo pintar as unhas dos pés e isso ser pouco masculino, e tal. Para essas pessoas só tenho duas palavras: Irina Sheik.
Não percebo porque são alternativas
Hoje, no anúncio do fórum da TSF - sobre os mega-agrupamentos escolares -, a jornalista perguntava (cito de memória): considera que os mega-agrupamentos escolares podem contribuir para o sucesso dos alunos ou, pelo contrário, que trarão dificuldades acrescidas a professores, pais e alunos?
8 Jul 2010
Saltar da frigideira para o fogo
Safar-me de ir à Feira Internacional de Artesanato para ir jogar (num sentido muito lato do termo) futebol.
Coerência
Sempre achei que o valor da coerência é sobrestimado. Ainda assim, o nosso governo conseguiu, em cerca de uma semana, vetar um negócio através de uma golden share, dizer que notícias sobre a fusão dessa mesma companhia com outra eram um assunto de mercado, no qual o governo não se queria meter, e anunciar que em próximas privatizações de sectores estratégicos não existiriam golden shares. Não está mal, para uma semana...
29 Jun 2010
25 Jun 2010
23 Jun 2010
22 Jun 2010
21 Jun 2010
Post de gosto duvidoso
Acabo de passar pela RTP1. Num prós e contras sobre "visões do futuro"está a falar Mário Soares.
7-0
Tivéssemos feito o que devíamos frente à Costa do Marfim e escusávamos de humilhar a Coreia do Norte, pá.
Perplexidades
Queiroz - e a sua manifesta falta de jeito para o ofício -, é o que é desde 1993. Mas um dia alguém me conseguirá explicar como se pode gerir tão mal uma equipa - e uma estrutura - como o que está a acontecer com a nossa selecção na África do Sul.
P.S.: na foto, Madaíl e Queiroz carregam uma coroa de flores. Não podia pedir melhor ilustração para o post.
P.S.: na foto, Madaíl e Queiroz carregam uma coroa de flores. Não podia pedir melhor ilustração para o post.
20 Jun 2010
Esclareça-se
Passos Coelho sugere que Governo adopte orçamento base zero para 2011
Bem sei que andei a dizer por aí que votaria em quem defendesse esta medida. Também sei que, felizmente, ninguém me leva a sério.
Bem sei que andei a dizer por aí que votaria em quem defendesse esta medida. Também sei que, felizmente, ninguém me leva a sério.
Blade Runner
Está a dar no Hollywood o Blade Runner. Lembro-me de pensar, quando o
vi a primeira vez, se o futuro viria a ser assim.
18 Jun 2010
Credibilizar a política
Sócrates mentiu? O relatório da comissão de inquérito - aprovado também pelo PSD - diz que sim.
O que é que o PSD vai fazer sobre o assunto? Nada.
O que é que o PSD vai fazer sobre o assunto? Nada.
Coisas simples
A nossa classe política em geral - e o geral aqui vai mesmo de fio a pavio - comporta-se há anos sem qualquer tipo de responsabilidade fiscal. Não me lembro de ter ouvido uma única vez um partido político português defender um orçamento equilibrado entre receitas e despesas. Nunca. Proteger o Estado Social - que defendo contra o cada um por si - implica primeiro que saibamos assegurar a sua sustentabilidade. Não é assim tão difícil de perceber.
Morreu José Saramago
Todos sabemos que cada dia que nasce é o primeiro para uns e será o último para outros e que, para a maioria é só um dia mais.
José Saramago
frase via blog da Pó dos Livros
17 Feb 2010
18 Nov 2009
A caminho do pós 35
Num anúncio típico de fim de ano, daqueles dos PPR's, percebi que 2010 será o último ano em que poderia fazer a dedução máxima em sede de IRS.
6 Nov 2009
Os sem-noção
Ainda estou para aqui a pensar que isto não passa de um exercício de estilo. Tipo, entre a pura estupidez e a completa desonestidade intelectual, quem ganha?
Bettencourt
Com que idade é que uma pessoa aprende que palavras como "forever" e "never" devem ser usadas com muito, muito cuidado? Ou a escolha para próximo treinador do Sporting funciona ou ele é o próximo.
Frases
You must learn from the mistakes of others. You can't possibly live long enough to make them all yourself.
Sam Levenson
Sam Levenson
5 Nov 2009
Sporting, segundo a TSF
"Isto não aquece nem arrefece, começa a ficar chato"
"Isto começa a dar-me sono"
"E o público que veio a Alvalade, enfim, não tem motivos para aplaudir, vai-se entretendo ali no seu lugar"
Excertos do relato do jogo Sporting - Ventspils. Aparentemente estão no estádio 18 mil e qualquer coisa seres humanos pagantes.
"Isto começa a dar-me sono"
"E o público que veio a Alvalade, enfim, não tem motivos para aplaudir, vai-se entretendo ali no seu lugar"
Excertos do relato do jogo Sporting - Ventspils. Aparentemente estão no estádio 18 mil e qualquer coisa seres humanos pagantes.
4 Nov 2009
Os sem-noção
Estes pais (a PRN tem várias centenas de inscritos) defendem que a educação sexual nas escolas não deve ser obrigatória. "Eu não tenho nada contra, acho que devia ser opcional", diz Mesquita Guimarães, que acredita que falar sobre sexualidade na sala de aula não vai diminuir o risco da gravidez na adolescência - pelo contrário. "É verdade que Portugal é o segundo país europeu com mais alta taxa de gravidez na adolescência, mas é uma verdade com a qual eu me congratulo porque significa que as jovens levam a gravidez até ao fim e não abortam", argumenta. (Público de hoje).
"uma verdade com a qual eu me congratulo". Haja paciência.
Via Ana Matos Pires, no Jugular.
"uma verdade com a qual eu me congratulo". Haja paciência.
Via Ana Matos Pires, no Jugular.
Subscribe to:
Posts (Atom)
















