25 Feb 2006
22 Feb 2006
21 Feb 2006
20 Feb 2006
17 Feb 2006
Nota
O autor deste blogue reserva-se o direito de ser incompreensível. Explicações sobre posts poderão eventualmente ser dadas, dependendo do tema do post e da disposição do autor.
Obrigado.
Obrigado.
15 Feb 2006
14 Feb 2006
"Dias"
Ouve-se reclamar por aí da importação de festas ou "dias" (principalmente dos EUA) com fins comerciais: Dia dos Namorados, Halloween... Eu cá gosto. Gosto de festas. Gosto de desculpas para fazer alguma coisa diferente.
Era óptimo se fosse tudo espontâneo? Claro. Mas para além do óptimo ser inimigo do bom, a vida às vezes deixa pouco espaço às espontaneidades. E agora vou ali jantar com a minha namorada.
Era óptimo se fosse tudo espontâneo? Claro. Mas para além do óptimo ser inimigo do bom, a vida às vezes deixa pouco espaço às espontaneidades. E agora vou ali jantar com a minha namorada.
12 Feb 2006
10 Feb 2006
Downgrade
Depois de 4 anos a trabalhar no ponto mais alto de Lisboa, qualquer mudança é um severo downgrade.
9 Feb 2006
Razão de ter uma caixa de comentários
Pôr-me na ordem. Volto dentro de momentos, assim que a realidade o permita.
6 Feb 2006
Infância revisitada
Sempre foi assim. Sexta-feira começo a sentir-me pior, Sábado e Domingo arruinados, Segunda-feira já estou óptimo. Lembro-me da inveja que sentia dos míudos que conseguiam ter gripes durante a semana e não apenas no fim-de-semana.
Hoje não é às aulas que me apetecia fazer gazeta. Mas acho que me ia saber tão bem como se fosse.
Hoje não é às aulas que me apetecia fazer gazeta. Mas acho que me ia saber tão bem como se fosse.
3 Feb 2006
2 Feb 2006
Mais um imperdível
1 Feb 2006
31 Jan 2006
Now you tell me
«(...) economics is one of the great intellectual failures of the 20th century as it lags what is really happening in the world. Economists tend to spend about twenty years understanding what happened in the previous twenty years and by the time they understood that, the world has moved on and all they are left with is trying to cram the world into what they understand rather than understanding what is happening today.»
Stewart Cowley, Mellon Global Investments
Stewart Cowley, Mellon Global Investments
30 Jan 2006
A neve, as caudas e o charco
Na minha área de trabalho (gestão de activos) trabalha-se com cenários e distribuições probabilísticas. Ou, num tom mais sincero, com palpites supostamente (bem) informados. Nas distribuições que usamos, as observações nas caudas são sistematicamente ignoradas por representarem eventos cuja probabilidade de ocorrência é demasiado baixa e, como tal, negligenciável.
Quer isto dizer que o que aconteceu na tarde de Domingo em Lisboa, nevando pela única vez nos últimos 40 anos, foi um acontecimento que, a ocorrer nos mercados financeiros, quase aposto que teria levado algumas casas financeiras de renome ao charco.
Quer isto dizer que o que aconteceu na tarde de Domingo em Lisboa, nevando pela única vez nos últimos 40 anos, foi um acontecimento que, a ocorrer nos mercados financeiros, quase aposto que teria levado algumas casas financeiras de renome ao charco.
29 Jan 2006
28 Jan 2006
27 Jan 2006
Não contesto
Your Score
Your scored -2.5 on the Moral Order axis and -2 on the Moral Rules axis.
Matches
The following items best match your score:
System: Liberalism
Variation: Moderate Liberalism
Ideologies: Capital Democratism
US Parties: Democratic Party
Presidents: Bill Clinton (93.01%)
2004 Election Candidates: John Kerry (97.79%), Ralph Nader (79.63%), George W. Bush (64.30%)
Teste aqui.
26 Jan 2006
Derby
Aos sportinguistas que se consolam na tradição de "o que está pior ganha", respondo com "pior" ser, neste caso, um belo eufemismo.
25 Jan 2006
24 Jan 2006
Vantagem de ter um blogue, particularmente se és um gajo distraído
Descobrir que sou mal entendido muito mais vezes do que julgava.
Estrelinha
«Tu deves ter uma estrelinha lá em cima», costumava dizer a minha mãe. Profissionalmente, de facto, o acaso (a tal sorte) tem jogado um papel relevante a meu favor. Só é pena a sorte não ser equivalente a felicidade.
23 Jan 2006
22 Jan 2006
I'd rather be lucky than good
Quais eleições, qual quê...
Importante, importante é o nascimento da Teresa. À Sofia e ao Diogo, pais justificadamente babados, parabéns e tudo de bom.
21 Jan 2006
Reflexão (ninguém disse que tinha de ser monotemática)
Este blogue não é o que eu escrevo. É o que vocês lêem.
20 Jan 2006
Pré-dia de reflexão
O dia de reflexão é daquelas invenções abstrusas que insiste em se manter. Ler jornais ou ver telejornais nos Sábados antes de eleições é estranho, esquizofrénico. Há um assunto importante, a maior parte das vezes o mais importante da actualidade, sobre o qual ninguém fala porque é proibido. Estamos a reflectir, mas em silêncio por favor.
19 Jan 2006
MJFECP
Movimento Jovem Faculdade de Economia Cavaco à Presidência. Criado há 10 anos atrás, ainda era aluno na UNL, tinha como lema «mais vale presidente do que nosso professor». De facto, era injusto que apenas algumas centenas, vá milhares, de pessoas tivessem que aturar o homem, quando o mal podia ser mais equitativamente distribuído pelas aldeias.
Falhámos na altura. O tempo, sábio, deu-nos razão, embora agora não sirva para nada. É que, se não me engano, o homem já se reformou das actividades docentes.
Falhámos na altura. O tempo, sábio, deu-nos razão, embora agora não sirva para nada. É que, se não me engano, o homem já se reformou das actividades docentes.
18 Jan 2006
Correcções
As correcções seguem-se aos excessos. Custam, claro que custam. De qualquer forma (lá vem o eterno optimista) gosto - muito - da nota de esperança que, usualmente, vem junta.
17 Jan 2006
O eterno (enquanto dure) optimista
«Life begins at 30»
Título da Lex Column, hoje no Financial Times
Não podiam estar mais certos, digo eu.
Título da Lex Column, hoje no Financial Times
Não podiam estar mais certos, digo eu.
16 Jan 2006
15 Jan 2006
Refrear
do Lat. refrenare
v. tr., dominar (o cavalo) com o freio;
fig., reprimir; conter; subjugar; sujeitar;
v. refl., dominar-se; conter-se.
v. tr., dominar (o cavalo) com o freio;
fig., reprimir; conter; subjugar; sujeitar;
v. refl., dominar-se; conter-se.
13 Jan 2006
Concorrência
Fã do Público (sem link) desde que me conheço como leitor de jornais, confesso que o novo DN me está a fazer hesitar.
12 Jan 2006
2ª descoberta do ano
É preciso desenvolver e aplicar com maior frequência doses substanciais de mau feitio.
11 Jan 2006
10 Jan 2006
Campanha
Não consigo ver um telejornal sem sentir vergonha. Já aqui escrevi que gosto pouco do tom derrotista face à democracia - o famoso "eles são todos iguais" ou "não vale a pena um gajo chatear-se". Mas esta campanha causa-me repúdio. Cavaco Silva, intragável como sempre foi. Soares diminuído, com laivos de desespero, com muito mais argoladas do que devia.
9 Jan 2006
7 Jan 2006
Na blogosfera
De nota o regresso de Pedro Lomba, no Vício de Forma. E o new look da controversa maresia.
6 Jan 2006
5 Jan 2006
Graveyard shift
4 Jan 2006
Post um pouco atrasado mas ainda assim importante
Cenário: jantar de Natal do banco. Prenda para os homens: uma gravata (trabalho). Prenda para as mulheres: uma moldura (casa). Portugal 2005?
Con(bom)senso
Nas expectativas, os consensos estão normalmente errados. Mas nada os substitui melhor.
3 Jan 2006
2 Jan 2006
Fato e gravata
A farda não tem apenas desvantagens. Por uma qualquer ilusão de óptica a minha figura aparenta ser um pouco menos redonda.
Preguiça em excesso
2006 está para ali a olhar para mim como quem está à espera que eu faça alguma coisa.
1 Jan 2006
31 Dec 2005
2005 em resumo
Repito um post de Agosto deste ano: preocupante é só me restar uma década para mudar de vida.
30 Dec 2005
Para 2006
«Só nos resta recusar, não ser como aqueles que, à medida que a intensidade da sua imaginação juvenil vai decaindo, se acomodam à realidade e se angustiam para o resto da vida. Só nos resta procurar ser dos mais obstinados, manter a fé na imaginação durante mais tempo que os outros.»
[Enrique Vila-Matas, Paris Nunca se Acaba, 2003]
[Enrique Vila-Matas, Paris Nunca se Acaba, 2003]
Finanças
Tão elogiada por estes dias e tem a profundidade de um charco. Nas Finanças, como área de estudo, não se mergulha. Na melhor das hipóteses chapinha-se.
27 Dec 2005
26 Dec 2005
23 Dec 2005
22 Dec 2005
O peito da «Amélia» - parte 2

«E eu que pensava que ias mostrar o peito da Amelinha do "Crime do Padre Amaro"...», escreve o Médio Direito nos comentários. Grato em poder servi-lo, meu caro amigo.
21 Dec 2005
Faixas infelizes
O Sporting deseja a todos um Natal verde, podia ler-se ontem numa faixa colocada na bancada central do Estádio José Alvalade. Verde de raiva? Verde de intoxicação alimentar? Verde de ver (normalmente, ontem era Natal, logo foi uma excepção) a equipa jogar assim?
Cuecas
Ontem pensei sinceramente em ir de cuecas assistir ao Sporting-Rio Ave. Para ver se sofria mais com o frio do que com a exibição da minha equipa.
20 Dec 2005
Detalhes
Estou para aqui a tentar lembrar-me... Ontem Cavaco discursava num qualquer telejornal das 8 e mandou uma daquelas calinadas na língua portuguesa... Tão má que nem me consigo lembrar, sei que tinha alguma coisa a ver com um verbo mal conjugado. Mas claro, isso são coisas sem importância. E neste momento grave para o país não podemos perder tempo com detalhes.
Escolhas
Tácitas, declaradas, conscientes ou nem por isso. O que sabemos das nossas escolhas? Quão conscientes estamos delas?
19 Dec 2005
18 Dec 2005
Mea culpa
Não creio que o mundo esteja errado. Já sobre o modo como eu o entendo, tenho poucas dúvidas.
16 Dec 2005
Lavar a cara
Isto de andar a brincar aos templates tem os seus custos. A lista de links, por exemplo.
15 Dec 2005
Read my lips
«Passados cinco anos os resultados são claros: a estação tem uma informação credível, séria, isenta e líder de audiências.»
Manuela Moura Guedes, em declarações ao Público (sem link), fazendo um balanço depois de anunciar a despedida de pivot do abjecto Jornal da Noite.
Manuela Moura Guedes, em declarações ao Público (sem link), fazendo um balanço depois de anunciar a despedida de pivot do abjecto Jornal da Noite.
14 Dec 2005
80's outra vez
.
Tudo nesta época contribui para a desculpabilização. O Pai Natal com a sua barriguinha, o frio lá fora que exige o chocolate quente, as festas/jantares com n comidas e doces carregadinhos de colesterol. Um descalabro, portanto.
No post anterior falava da importância do número 80. Mas não sabia que o ia ver hoje na balança.
Tudo nesta época contribui para a desculpabilização. O Pai Natal com a sua barriguinha, o frio lá fora que exige o chocolate quente, as festas/jantares com n comidas e doces carregadinhos de colesterol. Um descalabro, portanto.
No post anterior falava da importância do número 80. Mas não sabia que o ia ver hoje na balança.
12 Dec 2005
80's
.
Este sentimento de estar tudo resolvido não é novo nas presidenciais, que tipicamente alternam grandes batalhas com a mera confirmação do 2º mandato. Que Cavaco seja o que nos resta aceitar diz tudo sobre nós. Ainda mais do que a alternativa ser um Mário Soares não fora de prazo, que isso da idade me diz pouco, mas repetido de há mais de 10 anos atrás. O que, pensando bem, também Cavaco representa. 80 é o número destas eleições. Não por causa da idade mas por causa da década.
Este sentimento de estar tudo resolvido não é novo nas presidenciais, que tipicamente alternam grandes batalhas com a mera confirmação do 2º mandato. Que Cavaco seja o que nos resta aceitar diz tudo sobre nós. Ainda mais do que a alternativa ser um Mário Soares não fora de prazo, que isso da idade me diz pouco, mas repetido de há mais de 10 anos atrás. O que, pensando bem, também Cavaco representa. 80 é o número destas eleições. Não por causa da idade mas por causa da década.
11 Dec 2005
Sobre a Ciência Económica
.
Temos uma fraca capacidade para entender sistemas complexos como a vida. Daí, é natural que tendamos a simplificar, modelizando e assumindo hipóteses. Mas também escusávamos de abusar.
Temos uma fraca capacidade para entender sistemas complexos como a vida. Daí, é natural que tendamos a simplificar, modelizando e assumindo hipóteses. Mas também escusávamos de abusar.
9 Dec 2005
7 Dec 2005
Quase rico
.
Bastava ter uma moeda por cada vez que ouvi a frase: sabes, tu no fundo és um gajo de direita.
Bastava ter uma moeda por cada vez que ouvi a frase: sabes, tu no fundo és um gajo de direita.
Iliteracia
.
Colombo, ontem à noite, numa das inúmeras lojas de fast food. Peço 3 cafés. O preço é €0,60 por café, €1,80 no total. Pago com €2,00. A jovem que me está a atender franze o sobrolho. Agarra na máquina de calcular. Pensa durante uns instantes, carrega em algumas teclas, e depois olha longamente, com um ar incrédulo, para o resultado no visor: 0,2.
Acabo com o impasse: "20 cêntimos. Tem de me dar 20 cêntimos". Felizmente decidiu acreditar em mim.
Colombo, ontem à noite, numa das inúmeras lojas de fast food. Peço 3 cafés. O preço é €0,60 por café, €1,80 no total. Pago com €2,00. A jovem que me está a atender franze o sobrolho. Agarra na máquina de calcular. Pensa durante uns instantes, carrega em algumas teclas, e depois olha longamente, com um ar incrédulo, para o resultado no visor: 0,2.
Acabo com o impasse: "20 cêntimos. Tem de me dar 20 cêntimos". Felizmente decidiu acreditar em mim.
5 Dec 2005
O par
.

[Moser, Le Marcheur, 1914-1915]
[Klimt, Portrait de Mada Primavesi, 1912]
Bilhetes de entrada da exposição Vienne 1900, no Grand Palais em Paris.

[Moser, Le Marcheur, 1914-1915]
[Klimt, Portrait de Mada Primavesi, 1912]
Bilhetes de entrada da exposição Vienne 1900, no Grand Palais em Paris.
4 Dec 2005
3 Dec 2005
Paris nunca se acaba
.
«Por outro lado, creio que me assiste o direito de me ver de maneira diferente de como os outros me vêem, ver-me como me dá na gana ver-me e não que me obriguem a ser essa pessoa que os outros decidiram que sou. Somos como os outros nos vêem, de acordo. Mas eu recuso-me a aceitar semelhante injustiça.»
[Enrique Vila-Matas, Paris Nunca se Acaba, 2003]
«Por outro lado, creio que me assiste o direito de me ver de maneira diferente de como os outros me vêem, ver-me como me dá na gana ver-me e não que me obriguem a ser essa pessoa que os outros decidiram que sou. Somos como os outros nos vêem, de acordo. Mas eu recuso-me a aceitar semelhante injustiça.»
[Enrique Vila-Matas, Paris Nunca se Acaba, 2003]
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